risco contínuo

Caros leitores, este blogue encerra a partir de hoje. Doravante podem encontrar-me no Risco Contínuo, num esforço de equipa. Eventualmente acabarei por criar um novo blog, mas até lá encontram-me aqui.

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cessação de domínio

Ora bem, graças ao 'upgrade' dos serviços Google Apps lamentamos informar que o domínio admiravelmundonovo.net irá cessar a 20 de Outubro e, citando a simpática resposta automática do Google quando tentei acessar o painel de administrador para renovar o domínio por mais um ano: "Esta conta foi excluída e não pode mais ser recuperada."

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recordando lamechices de outrora


Viciei-me nesta música após assistir pela primeira vez à única comédia romântica de que gostei de ver: "A Minha Namorada Tem Amnésia" ("50 First Dates" nos EUA e "Como Se Fosse a Primeira Vez" no Brasil - título bastante mais adequado que o português). Já revi o filme umas quantas vezes, para quem acredita no amor a premissa do filme é extremamente apelativa, fazer com que a pessoa que amamos se apaixone por nós TODOS os dias (literalmente no caso do filme). 

Antes deste a principal referência romântica cinematográfica que me tinha tocado mais fora "Para Além do Horizonte" (de 1998, "What Dreams May Come" no original, "Amor Além da Vida" no Brasil), ao ponto de o gravar e oferecer a algumas paixões de então. 


O protagonista do filme era o recentemente suicidado Robin Williams e tratava-se de um drama sobrenatural com toques góticos com uma sublime retratação de parte do "Inferno" de Dante no qual um homem morre prematuramente e vai para o Céu, a sua esposa não aguentando a perda suicida-se, como os suicidas não vão para o Céu (o filme retrata a óptica cristã da coisa) o homem decide abandonar voluntariamente o Céu e unir-se à sua amada no Inferno. Em 2014 sou uma criatura muito mais racional, mas estes são filmes que me marcaram em determinadas épocas. E, claro, "O Corvo" ("The Crow") de 1994, numa categoria muito própria de jovem grunger que fui.

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endividamento próprio?

Algo que me choca sempre que tenho que me deslocar a uma grande superfície comercial é a gigantesca multidão com que nos deparamos. Ocorre-me sempre um politicamente incorrecto “raios, mas estamos em crise porque toda a gente fez empréstimos para pagar a casa e depois nem desfrutam da mesma?” Recordo vivamente que nos meus tempos na Faculdade de Letras foi raro o colega ou o amigo que não sucumbiu à tentação do crédito fácil e se endividou até aos 65 anos, pelo menos, para ter casa própria. E contra mim falo.

Entretanto já todos nos apercebemos que não compramos casa própria, contratamos foi um endividamento próprio que nos hipotecou toda uma vida (ou acham que depois dos 65 anos é uma boa altura para se começar a viver a vida como sempre quisemos?). E entretanto, crise oblige, a banca viu-se obrigada a rever a melhor maneira de escravizar os cidadãos em ainda mais tenra idade e em vez de cativar os jovens que encontravam o seu primeiro emprego ou eram trabalhadores estudantes (um mercado limitado, embora já considerável) vai de copiar a banca americana e criar os malfadados “créditos estudantis” em que se atribuem créditos aos estudantes sem quaisquer rendimentos para tirarem o seu curso e só depois os começarem a pagar. Como as probabilidades de desemprego são actualmente quase absolutas não invejo o futuro económico dos jovens que têm contraído este tipo de empréstimos. Pior só mesmo os de crédito ao consumo.

Na realidade existem opções que jovens como eu, na altura, nunca consideraram. Uma delas são as casas pré-fabricadas em madeira, mais baratas que o habitual apartamento e bem maiores ou as casas por módulos. Outra opção ainda mais barata e que já começa a ter saída em Portugal é a de comprar contentores marítimos em segunda mão e convertê-los (é verdade, existem inclusive já algumas empresas especializadas na adaptação de contentores de carga).

Um contentor usado custa cerca de 2.400 euros em Portugal, dependendo do tamanho e dos desejos de cada proprietário um só contentor pode servir para uma a três divisões, mas imagine que opta por um contentor por divisão, uma moradia de tamanho considerável como um T4 irá custar-lhe 12.000 euros. Digam lá se não é uma opção extremamente tentadora?

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postal de luto

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aviso à navegação

Estamos em modo de férias até dia 28 de Agosto. Gratos pela atenção.

PS - mas às terças continuamos no Semanário O Diabo.

PPS - infelizmente devido a um falecimento inesperado na família não me foi de todo possível cumprir com a minha coluna.

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pensamento do dia

Serei o único a achar que seria extremamente razoável o ensino superior público instaurar uma modalidade que permitisse o pagamento mensal das propinas? Sei lá, parece-me daquelas boas vontades que mostrariam que a Universidade moderna não foi pensada de raiz só para os ricos, digo eu, mero colunista.

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pensamento do dia

O "Fear Factor" parece ter perdido todo o sentido original, seja lá quem escreva os desafios no programa já não explora o medo dos concorrentes, explora o seu grau de tolerância ao nojo. Comer animais mortos cheios de moscas ou insectos não mete medo, mete é nojo. Deviam mudar o nome do programa para "Estômago de Aço".

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o dinheiro mágico "deles"

Este governo ao menos podia ter vergonha na cara e ficar calado, não mentir ou pelo menos não se deixar ser apanhado a mentir. Então o governo vai financiar o novo banco quase a 100% mas "os contribuintes não suportarão os custos"???? Ou seja, o governo tem uma árvore de dinheiro para este financiamento e por isso, desta vez, o dinheiro deles não é o dos nossos impostos, vulgo dos contribuintes?

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os loucos das bicicletas

Eu quando era novo era necessária uma licença para andar de bicicleta dentro das cidades, a bicicleta tinha que ser registada, tinha matrícula, era obrigatório ter reflectores e uma luz (caso se andasse de noite) e era obrigatório capacete. Também se tinham aulas teóricas para se conhecerem os sinais de trânsito. Hoje só querem direitos e não há qualquer dever, compram a bicicleta e andam por aí sem reflectores, sem capacetes, sem matrícula e sem sequer pararem nos sinais vermelhos. Agora querem que sejam os motorizados a pagar quando têm algum acidente, mesmo que causado por eles. O mundo está louco.

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os tiriricas da madeira

Pobre Manuel Monteiro, bem tentou extinguir o PND para evitar estas vergonhas mas os militantes reunidos em congresso optaram por não o fazer... devem estar arrependidos, digo eu.

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