interregno musical

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ainda o avião abatido na ucrânia de leste

O mundo parece estar em negação quando à guerra civil a decorrer na Ucrânia, talvez agora com a mais recente tragédia deixam de efectuar voos comerciais sob a zona de guerra. A juntar a esta negação surpreende-me o amadorismo dos supostos responsáveis pelo abate do avião, a utilizar telemóveis sem encriptação segura no meio de uma guerra? A sério?

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kosovo, olivença e palestina

Há muito que tenho uma máxima que me tem granjeado várias rivalidades: manda na terra quem lá está, não quem lá esteve! 

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o avião da malásia na ucrânia

Tenho só uma dúvida, porque raios continuam voos comerciais e civis a sobrevoar uma zona de guerra? Não é preciso exactamente ser um génio para se saber que, pese embora o silêncio dos jornais, a Ucrânia se encontra em guerra civil e há o risco de ali se despoletar uma guerra de maiores dimensões.

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"tudo pode acontecer" #46 - gaza

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no alentejo, na fronteira com a escravatura

Há muito que prego aos peixes que o capitalismo "nacional" não é opção ao capitalismo "internacional", comprar produtos "Made In Portugal" só porque sim em nada ajuda a economia nacional se não fizer parte de algo mais amplo, os nossos capitalistas não são menos gananciosos que os estrangeiros, por experiência própria tenho notado que a maior parte das vezes tendem até a ser MAIS gananciosos que os estrangeiros. O Observador faz uma boa denúncia emendando a sua primeira reportagem (onde dera voz só aos patrões) neste No Alentejo, na fronteira da servidão assinado por Catarina Fernandes Martins. O anterior artigo encontra-se aqui: Portugueses não querem fazer trabalho agrícola.

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a imigração ainda é tabu?

O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, veio a público na passada sexta-feira exigir uma política de dimensão europeia para o combate à imigração ilegal, lembrando que o Mediterrâneo “não é o mar de Itália”. As declarações foram proferidas após um, provavelmente inútil, encontro com Durão Barroso.

Renzi tem a sorte de não poder ser apodado de “fascista” graças à sua eleição nas listas do Partido Democrático, de centro-esquerda, mas já o começam a comparar a Berlusconi, o que a nosso ver só pode ser encarado como um elogio e até motivo de esperança quanto aos destinos da nação italiana.

No Reino Unido os patriotas do UKIP há muito que andam a promover aquele que, na minha opinião, é o melhor anúncio televisivo que algum partido alguma fez contra a imigração desregulada. Intitulado “Senso Comum na Imigração” o partido optou por fazer um vídeo onde a esmagadora maioria dos críticos da imigração são militantes do UKIP… descendentes de imigrantes.

Embora pareça paradoxo a verdade é que não, pois só graças ao complexo patológico típico da extrema-esquerda mais trotskista e o não menos patológico racismo preconceituoso da extrema-direita mais hollywoodesca é que se demonizou por completo o debate sério e racional acerca da imigração, muito graças à opção estratégica dos trotskistas culturais terem tomado conta das redacções dos órgãos de comunicação social em todo o mundo. 

Debater a imigração não é uma questão de racismo, é algo perfeitamente racional e de mero senso comum. Os problemas de assimilação que ocorrem em Espanha, no Reino Unido e em França não são também raciais, são culturais e, mais grave ainda, civilizacionais. Foi esta a mensagem do UKIP, a que lhe granjeou uma vitória histórica sobre o bipartidarismo do Partido Conservador e do Partido Trabalhista em terras de sua majestade.

Por cá, um ex-neo-direitista do ilustre grupo da “Futuro Presente” tornado Secretário de Estado apela à vinda de mais imigrantes, enquanto os seus colegas de governo apelam à emigração dos portugueses. O quanto não vale um eleitorado como o nosso a esta gente que nos desgoverna. Onde está o nosso UKIP? O nosso Cinco Estrelas, Podemos ou Frente Nacional? Possivelmente entre os 0,01% dos extra-parlamentares em que o povo teima em não votar.

PUBLICADO NO SEMANÁRIO NACIONAL O DIABO DE 08 DE JULHO DE 2014.

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ele há verdades incómodas

Os homossexuais voltam a ser catalogados como "grupo de risco" pela OMS. Têm 19 vezes mais probabilidades de contrair HIV comparados com a população heterossexual. Lá vem a m... da ciência atrapalhar o igualitarismo forçado (de riscos, neste caso). Aposto em como esta semana vão surgir as primeiras acusações de "homofobia" e "discriminação" contra a Organização Mundial de Saúde.

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tudo pode acontecer #40 - proibir os sem-abrigo?


Não é novo, já Mussolini nos seus anos de pobre marxista foi preso por vagabundagem num cantão suíço. É uma mera regressão social que, parece-me, se vai agravar. Ainda voltamos aos tempos feudais, mas sem rei que regule a coisa.

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regresso ao "mundo" da crítica


Ficam informados os leitores que há já alguns meses não têm encontrado novas resenhas minhas nas páginas do semanário O Diabo que se tratou de uma interrupção momentânea dada a minha falta de disponibilidade. Dito isto, preparo-me para regressar à carga muito em breve, agradeço desde já a confiança das editoras Europa-América, Saída de Emergência, A Esfera dos Livros, Bertrand, D. Quixote, Quetzal e Antígona na vertente literária e, numa novidade, a Century Media, a Steamhammer, a Midgaard e a Napalm Records na vertente musical. As resenhas serão também disponibilizadas aqui no blogue e na GeoPol e ainda, quando pertinente - autores internacionais e CDs - no The Portuguese Conservative. Não sou uma máquina como a Sofia, mas prometo dar luta.

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tudo pode acontecer #37 - a corrupção política

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